Recentemente soube que o tatuador Daniel Kickflip iria estar em Almada na Butcher Tattoo e decidi que tinha de aproveitar a oportunidade de tatuar com ele o desenho que fez e que eu simplesmente adorei.
Fiquei super feliz quando o Daniel me respondeu e informou que o desenho estava disponível pois adorei e tinha-o na cabeça há meses.
Então, a meio de janeiro lá fui eu a Almada fazer esta 'menina'!
Sei que o desenho é 'especial' e que nem todas as pessoas gostam, mas eu ADORO!
Gostos à parte, a tatuagem está perfeita tecnicamente. O traço está perfeito e limpo.
Aconselho a verem o trabalho do Daniel Kickflip (ver no instagram) e sigam o moço. Merece! ![]() |
| Foto tirada pelo tatuador |
Há uns dias atrás conheci uma senhora super simpática! Estávamos a falar sobre a vida, o que eu fazia da minha vida, etc...
Acabei por lhe contar que sempre me senti diferente das outras pessoas até das minhas melhores amigas! Que tinha estas ideias estranhas que - eventualmente - pintava ou esculpia. Que visto-me quase sempre de preto, porque sou designer e passo o dia a trabalhar com cores e o facto de não ter de meter o meu cérebro a trabalhar para me vestir de manhã é um alívio.
No entanto não sou gótica, punk ou hard-core, nada disso. Até sinto que não me identifico com nenhum estilo em particular. E o mais engraçado é que raramente gosto de ver pessoas com tatuagens e/ou piercings.
Após algum tempo de estarmos a conversar, ela disse-me: "És licenciada, trabalhaste num turno da noite para pagares os teus estudos. Viajas sozinha. Tatuas para ti mesma, não para te exibir. Fazes voluntariado. Tens uma carreira e trabalhas no que gostas. Isso é tão raro."
Acabei por lhe contar que sempre me senti diferente das outras pessoas até das minhas melhores amigas! Que tinha estas ideias estranhas que - eventualmente - pintava ou esculpia. Que visto-me quase sempre de preto, porque sou designer e passo o dia a trabalhar com cores e o facto de não ter de meter o meu cérebro a trabalhar para me vestir de manhã é um alívio.
No entanto não sou gótica, punk ou hard-core, nada disso. Até sinto que não me identifico com nenhum estilo em particular. E o mais engraçado é que raramente gosto de ver pessoas com tatuagens e/ou piercings.
Após algum tempo de estarmos a conversar, ela disse-me: "És licenciada, trabalhaste num turno da noite para pagares os teus estudos. Viajas sozinha. Tatuas para ti mesma, não para te exibir. Fazes voluntariado. Tens uma carreira e trabalhas no que gostas. Isso é tão raro."
Sempre fui muito crítica comigo mesma, talvez porque toda a minha vida foi criticada pelos meus pais (e ainda o sou!), por professores, basicamente por todos.
E claro que isso fez com que eu fosse crítica comigo mesmo. Eu quero ser perfeita, ser a melhor de todas, sempre!
Até pode ser bom, faz-nos ser mais exigentes, mais alertas e ambiciosos mas também faz-nos sentir super mal quando algo corre menos bem ou foge do nosso controlo.
E eu não tolero erros meus!
Depois desta conversa, comecei a notar como as pessoas me tratavam, por 'Peres' e ela passou o tempo todo a me tratar por 'Dra. Ana', sendo ela também licenciada, aliás doutorada.
No final da conversa disse me que devia de me aperceber que estou num nível superior em relação à maioria das pessoas! E aquela frase bateu-me como uma bomba!
Esta senhora fez-me pensar no que eu sou e no que conquistei durante a minha vida. E apercebi-me que tenho de ser mais minha amiga. Tratar de mim mesma melhor.
Por isso, hoje tratei de mim um pouco melhor.
Mereço um banho relaxante, com um excelente vinho a acompanhar e relaxar.
Olhando para mim, eu gosto do meu corpo, das minhas tatuagens, dos meus piercings, sinto-me sexy quando olho-me ao espelho e tenho orgulho em mim!
E claro que isso fez com que eu fosse crítica comigo mesmo. Eu quero ser perfeita, ser a melhor de todas, sempre!
Até pode ser bom, faz-nos ser mais exigentes, mais alertas e ambiciosos mas também faz-nos sentir super mal quando algo corre menos bem ou foge do nosso controlo.
E eu não tolero erros meus!
Depois desta conversa, comecei a notar como as pessoas me tratavam, por 'Peres' e ela passou o tempo todo a me tratar por 'Dra. Ana', sendo ela também licenciada, aliás doutorada.
No final da conversa disse me que devia de me aperceber que estou num nível superior em relação à maioria das pessoas! E aquela frase bateu-me como uma bomba!
Esta senhora fez-me pensar no que eu sou e no que conquistei durante a minha vida. E apercebi-me que tenho de ser mais minha amiga. Tratar de mim mesma melhor.
Por isso, hoje tratei de mim um pouco melhor.
Mereço um banho relaxante, com um excelente vinho a acompanhar e relaxar.
Olhando para mim, eu gosto do meu corpo, das minhas tatuagens, dos meus piercings, sinto-me sexy quando olho-me ao espelho e tenho orgulho em mim!
Há alguns anos que, por volta do ano novo, faço uma lista de desejos...
Este ano decidi que não irei fazer isso! Porquê?
Parece que fico com uma lista de coisas que tenho de fazer der por onde der e se não as conseguir fazer, a sensação é (sempre) de fracasso. O que na sua essência é negativo! E supostamente fazer uma lista de desejos deveria ser positivo! Deveria de ser uma tentativa de otimizar a vida, os desejos e objetivos pessoais ou profissionais... e não de pensar que estou a falhar se não fizer o que prometi que iria fazer.
Como não sou pessoa de dizer e não fazer, tudo o que decido fazer, faço nem que seja a longo prazo... Mas a pressão é menor e faço quando posso, quando tenho dinheiro, tempo etc...
Por isso, este não há há lista de desejos para 2018, da minha parte.
Mas se há uma lista de coisas que gostava de fazer em breve? Oh sim há... para isso preciso essencialmente de dinheiro.
No entanto, estou ansiosa para 2018!
As últimas semanas foram mázinhas... Perdi o meu avô, perdi a minha gata e tive-a nos meus braços enquanto morria, discuti com pessoas que não deveria ter discutido - incluindo colegas de trabalho - perdi piercings e trabalhei demasiado.
O último semestre foi, no mínimo, estranho... Tive uma espécie de pedido de casamento (não, não estou a brincar), tive um pedido de relacionamento extra-conjugal (e não, mais uma vez não estou a brincar), cortei relacionamentos e afastei-me quem me fazia mal e tentei fazer mais do que me fazia feliz, como ir a mais concertos e tatuar mais. Na verdade, tentei ser mais 'dada' e fazer por estar presente das pessoas de quem gostava e em muitos casos, mais valia ter estado quieta.
Por tudo isto, estou ansiosa por 2018.
Espero que 2018 seja melhor, com mais paciência da minha parte, menos stress, mais viagens, mais tatuagens, mais boa comida, mais amigos, mais tudo!
E para além disso já sei que vou viajar logo em janeiro e vou ter a oportunidade de visitar a minha querida amiga Débora em Zurique.
Por tudo isso que venha 2018.
Bom ano e boa passagem de ano!
Este ano decidi que não irei fazer isso! Porquê?
Parece que fico com uma lista de coisas que tenho de fazer der por onde der e se não as conseguir fazer, a sensação é (sempre) de fracasso. O que na sua essência é negativo! E supostamente fazer uma lista de desejos deveria ser positivo! Deveria de ser uma tentativa de otimizar a vida, os desejos e objetivos pessoais ou profissionais... e não de pensar que estou a falhar se não fizer o que prometi que iria fazer.
Como não sou pessoa de dizer e não fazer, tudo o que decido fazer, faço nem que seja a longo prazo... Mas a pressão é menor e faço quando posso, quando tenho dinheiro, tempo etc...
Por isso, este não há há lista de desejos para 2018, da minha parte.
Mas se há uma lista de coisas que gostava de fazer em breve? Oh sim há... para isso preciso essencialmente de dinheiro.
No entanto, estou ansiosa para 2018!
As últimas semanas foram mázinhas... Perdi o meu avô, perdi a minha gata e tive-a nos meus braços enquanto morria, discuti com pessoas que não deveria ter discutido - incluindo colegas de trabalho - perdi piercings e trabalhei demasiado.
O último semestre foi, no mínimo, estranho... Tive uma espécie de pedido de casamento (não, não estou a brincar), tive um pedido de relacionamento extra-conjugal (e não, mais uma vez não estou a brincar), cortei relacionamentos e afastei-me quem me fazia mal e tentei fazer mais do que me fazia feliz, como ir a mais concertos e tatuar mais. Na verdade, tentei ser mais 'dada' e fazer por estar presente das pessoas de quem gostava e em muitos casos, mais valia ter estado quieta.
Por tudo isto, estou ansiosa por 2018.
Espero que 2018 seja melhor, com mais paciência da minha parte, menos stress, mais viagens, mais tatuagens, mais boa comida, mais amigos, mais tudo!
E para além disso já sei que vou viajar logo em janeiro e vou ter a oportunidade de visitar a minha querida amiga Débora em Zurique.
Por tudo isso que venha 2018.
Bom ano e boa passagem de ano!
Atenção que o post de hoje inclui alguma nudez! Não minha (ahah) fiquem descansados.
Hoje mostro-vos o trabalho de Under Thy Skin.
Esta marca desenvolve roupa interior extremamente simples e delicada. Mas com um twist!
Cada peça tem uma frase inscrita, frase essa um pouco provocadora.
Adoro o facto de usarem uma modelo mais 'roliça' e terem várias fotos a preto e branco (tudo fica melhor a preto e branco).
As imagens não são do tipo banais de lingerie, das provocadoras, com poses sexy, etc... Não!
O estilo é outro e muito mais artístico, mais cru, mais sincero.
Vejam mais aqui: www.underthyskin.com
E tenham um bom dia!
Tenho perfeita noção de que a minha técnica (ainda) é rudimentar e os trabalhos finais nem sempre ficam como a ideia que tenho na cabeça... Também sei que ninguém sabe ao certo como é a ideia que está na minha cabeça mas eu sei...
Seja como for e sem denegrir o que ando a fazer, sei que não está perfeito e o resultado final está a 75% do que eu quereria.
Seja como for estou satisfeita e sei que - para quem começou a trabalhar nesta área há poucos meses - não posso esperar que os trabalhos sejam perfeitos apesar de eu ser perfecionista.
Tenho de aceitar estas falhas e tentar melhorar o meu processo criativo.
Vá... sei que a ideia é maluca e mais uma vez, trata-se de polvos mas digam lá se os polvos não ficam bem em tudo?
E tenham um bom dia!
Seja como for e sem denegrir o que ando a fazer, sei que não está perfeito e o resultado final está a 75% do que eu quereria.
Seja como for estou satisfeita e sei que - para quem começou a trabalhar nesta área há poucos meses - não posso esperar que os trabalhos sejam perfeitos apesar de eu ser perfecionista.
Tenho de aceitar estas falhas e tentar melhorar o meu processo criativo.
Vá... sei que a ideia é maluca e mais uma vez, trata-se de polvos mas digam lá se os polvos não ficam bem em tudo?
E tenham um bom dia!














